Sempre orando…

Publicado: setembro 12, 2011 em Evangelho, Textos

“Mas tu, quando orares, entra no teu aposento e, fechando a tua porta, ora a teu Pai que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará publicamente.
E, orando, não useis de vãs repetições, como os gentios, que pensam que por muito falarem serão ouvidos
Não vos assemelheis, pois, a eles; porque vosso Pai sabe o que vos é necessário, antes de vós lho pedirdes.” Mateus 6.5-8

João Cassiano, um homem cristão que viveu no deserto do Egito e na Galia, nos anos de 360 a 465, toma esse texto citado a cima em Mateus e nos ensina um pouco do que aprendeu:

“Mas tu, quando orares, entra no teu aposento e, fechando a tua porta, ora a teu Pai que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará publicamente.

E, orando, não useis de vãs repetições, como os gentios, que pensam que por muito falarem serão ouvidos

Não vos assemelheis, pois, a eles; porque vosso Pai sabe o que vos é necessário, antes de vós lho pedirdes.” Mateus 6.5-8

João Cassiano, um homem cristão que viveu no deserto do Egito e na Galia, nos anos de 360 a 465, toma esse texto citado a cima em Mateus e nos ensina um pouco do que aprendeu:

“Devemos nos preocupar particularmente em seguir o preceito cristão que recomenda entrar no quarto e fechar a porta para orar ao nosso Pai.

Eis como cumpri-lo”

Oramos em nosso quarto quando afastamos inteiramente nosso coração do tumulto dos pensamentos e das preocupações; numa espécie de colóquio secreto de amizade muito suave, revelamos ao Senhor os nossos desejos.

Oramos com a porta fechada quando invocamos, sem descerrar os lábios, aquele que não leva em consideração as palavras, mas olha para o coração.

Oramos em secreto quando falamos com Deus somente pelo coração e a concentração da alma, e manifestamos só a ele nossas disposições, de tal modo que as potências adversas não possam adivinhar sua natureza. Tal é a razão do profundo silencio que se deve guardar na oração.

Nossas preces devem ser frequentes, mas curtas para evitar que, caso se prolonguem, o inimigo tenha a possibilidade de insinuar a distração.”

Os sacrificios que agradam a Deus são um espirito quebrantado”. (Salmos 51.17)

Graça & Paz

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s